Entramos oficialmente nos últimos 61 dias do ano — aquele período em que a rotina parece mais pesada, o corpo pede pausa e as emoções ficam à flor da pele.
É tempo de reflexão, sim. Mas também é tempo de atenção ao bolso.
Depois de meses de trabalho, metas, contas e decisões, é natural que a gente se sinta cansado, irritado ou até um pouco desmotivado. E é justamente nessa mistura de emoções que muitos acabam gastando mais do que deveriam.
Compras por impulso, presentes exagerados, “merecimentos” de fim de ano — tudo parece justificável… até que chega janeiro.
O problema é que as contas do novo ano não esperam o nosso descanso emocional. Por isso, antes de se deixar levar pelo clima de compensação, vale parar e refletir:
* O que esse gasto representa de verdade?
* Ele está alinhado ao que quero construir no próximo ano?
* Estou comprando por necessidade, por emoção ou por cansaço?
Cuidar do bolso também é uma forma de cuidar de si — é necessário o autocuidado financeiro.
Porque equilíbrio financeiro não é sobre restrição — é sobre consciência.
E começar o novo ano com leveza financeira é um dos melhores presentes que você pode se dar.
Então, que esses últimos 61 dias de 2025 sejam de pausas intencionais, escolhas conscientes e, principalmente, respeito ao seu dinheiro e ao seu momento.
Um forte abraço,
Márcia Kleemann